Impunidade


Assassinato cometido
na madrugada
Por jovens chapados,
espalhando o terror,
Colocando fogo nos mendigos da cidade.
Ninguém sabe,
Ninguém viu nada,
São pequenos burgueses
Os incendiários psicopatas.
A justiça fica com pena
E absolve os culpados,
Afinal de contas eles são “meninos”
E não sabem o que fazem!
Também com ‘20’ anos ninguém tem responsabilidade,
Nem noção do perigo ou da verdade,
Somos todos, crianças inocentes e sem maldade nesta idade.
Atearam fogo no índio Galdino
Apenas para aquecer o coitado,
Protegê-lo do frio 'congelante' do cerrado.
A impunidade ainda vai provocar novas vitimas,
Colocaram fogo no índio
Pensando que fosse mendigo,
Mas mendigo é lixo?
Aqui é o país do rigor,
As mulheres de ‘longo’
E os homens de ‘smoking’.
Assim não dá,
É hora de repensar as burradas do poder,
A conivência da sociedade...
É hora de dar fim a impunidade.
Atearam fogo no índio Galdino
Apenas para aquecer o coitado,
Protegê-lo do frio 'congelante' do cerrado.
A impunidade ainda vai provocar novas vitimas,
Colocaram fogo no índio
Pensando que fosse mendigo,
Mas mendigo é lixo?
Aqui é o país do rigor,
As mulheres de ‘longo’
E os homens de ‘smoking’.
Assim não dá,
É hora de repensar as burradas do poder,
A conivência da sociedade...
É hora de dar fim a impunidade.

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